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Rejuvenescimento sem cortes: tecnologia amplia alternativas para combater a flacidez

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Procedimentos menos invasivos ampliam as opções de tratamento do envelhecimento facial, com resultados naturais e menor tempo de recuperação. 

O avanço das tecnologias na dermatologia está ampliando as possibilidades para quem deseja combater a flacidez e os sinais do envelhecimento sem, necessariamente, recorrer a uma cirurgia. Entre os recursos que ganham espaço nesse cenário está o Endolift X, procedimento médico a laser não cirúrgico que utiliza microfibras ópticas inseridas no tecido subcutâneo.

A tecnologia combina as microfibras ao LASEmaR 1500, equipamento desenvolvido especificamente para o procedimento. A energia do laser é aplicada de forma seletiva nas áreas tratadas e pode estimular a produção de colágeno, além de promover efeitos de retração e remodelação dos tecidos.

Segundo o dermatologista Dr. Bones, especializado em rejuvenescimento, a evolução desses recursos permite abordar diferentes aspectos do envelhecimento facial sem que a cirurgia seja necessariamente o primeiro caminho considerado.

“Flacidez não se trata apenas na pele. É preciso compreender profundamente a anatomia facial, os ligamentos e as estruturas que dão sustentação ao rosto para definir a estratégia mais adequada para cada paciente”, explica.

Como funciona o Endolift X

Diferentemente de tecnologias que atuam exclusivamente na superfície da pele, o Endolift X utiliza microfibras ópticas extremamente finas, conectadas ao laser, que são introduzidas sob a pele sem a necessidade de uma incisão cirúrgica convencional.

A energia pode atuar em diferentes níveis dos tecidos, incluindo camadas profundas e superficiais. Entre os efeitos associados ao procedimento estão o estímulo à produção de colágeno, a melhora da firmeza da pele e a remodelação dos tecidos. Em determinadas situações e protocolos, a tecnologia também pode atuar sobre depósitos localizados de gordura.

O procedimento pode ser utilizado em regiões como contorno mandibular, queixo, pescoço, terço médio inferior e pálpebra inferior, além de algumas áreas corporais. A indicação depende da avaliação médica, da região a ser tratada e das características individuais de cada paciente.

Estímulo de colágeno e firmeza

Um dos pontos de interesse do Endolift X é a capacidade de atuar nas camadas mais profundas dos tecidos e estimular processos relacionados à produção de colágeno. Como o envelhecimento altera a pele e as estruturas de sustentação e contorno facial, a avaliação da flacidez não deve se limitar à superfície. 

Para o Dr. Bones, compreender essas estruturas é fundamental para definir uma estratégia adequada de rejuvenescimento.

Menor tempo de recuperação

Outro fator que explica o interesse por procedimentos menos invasivos é o período de recuperação. Segundo informações da fabricante, o Endolift X apresenta pouco ou nenhum tempo de afastamento das atividades habituais, embora a experiência possa variar conforme a região tratada, o protocolo e as características de cada paciente.

Para quem não deseja ou não pode passar por um período prolongado de recuperação, esse aspecto pode pesar na decisão. Ainda assim, o procedimento não deve ser entendido como alternativa automática à cirurgia.

“Cada paciente tem uma necessidade. Em alguns casos, uma tecnologia pode ser suficiente para o objetivo proposto. Em outros, principalmente quando existe uma flacidez estrutural mais avançada, a cirurgia pode continuar sendo a melhor indicação”, afirma o médico.

Tecnologia não significa resultado igual para todos

A popularização dos procedimentos estéticos também trouxe um consumidor mais informado. Antes de procurar um especialista, é comum que pacientes pesquisem tecnologias, resultados e experiências compartilhadas nas redes sociais.

Para o Dr. Bones, essa busca por informação é positiva, mas precisa ser acompanhada de avaliação individualizada. “O paciente pode pesquisar e chegar com perguntas. Isso é positivo. Mas a escolha do tratamento precisa considerar anatomia, grau de flacidez, qualidade da pele e expectativa. Não existe tecnologia universal”, explica.

Mais do que escolher entre tecnologia e cirurgia, a tendência é um rejuvenescimento cada vez mais personalizado, baseado em avaliação médica, indicação adequada e expectativas realistas.

Delson Carlos

Delson Carlos - Formado em Marketing pela UniCambury e pós-graduado em Comunicação Digital. Assessor de imprensa e começou a sua carreira como colunista social nos jornais: A Hora, Jornal da Imprensa, Jornal Diário do Estado de Goiás, e a quase duas décadas está a frente da coluna social “Delson Carlos” do Jornal Diário de Aparecida e editor da Revista Class e do Portal Class News.

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