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No dia 1º de agosto, das 14h às 18h, o Coletivo Aruá, localizado na Rua 24, no Centro de Goiânia, recebe o workshop “Mercado de Arte: Imagem, Posicionamento, Precificação e Vendas”, ministrado por Diego Cruz.

Diego Cruz
Com duração de quatro horas, a atividade é voltada para artistas, produtores culturais, estudantes e demais interessados em compreender melhor o mercado de arte e desenvolver estratégias para fortalecer sua atuação profissional.
Durante o encontro, serão abordados temas como construção de imagem, posicionamento no mercado, precificação de obras e estratégias de vendas, oferecendo ferramentas práticas para quem deseja ampliar sua presença e atuação no setor cultural.
A participação é gratuita. Quem desejar poderá fazer uma contribuição voluntária, de qualquer valor, destinada a colaborar com a manutenção do espaço do Coletivo Aruá e com os custos de limpeza e materiais utilizados na realização da atividade.
Serviço:
Workshop: Mercado de Arte – Imagem, Posicionamento, Precificação e Vendas
Facilitador: Diego Cruz
Data: 1º de agosto de 2026
Horário: 14h às 18h
Local: Coletivo Aruá – Rua 24, Centro, Goiânia
Participação: Gratuita, com contribuição voluntária e espontânea para quem desejar apoiar a manutenção do espaço.
Infirmacoes: Laila Santoro – 62982311929
Sobre Diego Cruz
38 anos, brasileiro, casado. Artista visual residente na cidade de Goiânia-Goiás, pós graduado em Metodologia do ensino das artes e especializado em Arte e Mercado pela Nano Art. Cria arte há mais de 10 anos. Suas pesquisas são voltadas para as relações humanas.
Acredita que arte e amor não andam separados. Com dezenas obras espalhadas pelo mundo em acervos públicos e privados.
Já expôs em instituições federais e estaduais para eventos de relevância coletiva, em grandes eventos de arquitetura como o Casa Cor, em leilões beneficentes em Massachussetts. Edital confirmado para expor no MAG em 2026. Aprovado em grandes projetos culturais, museus e Pinacotecas, acredita que pode transformar pessoas com sua arte. Já beneficiou 4 Ongs de cuidados com pessoas, arrecadando mais de 60 mil reais ao todo.
Acredita veemente que arte deve ser compartilhada, logo trabalha ativamente com visitas em escolas e instituições para disseminar arte. Trabalha há mais de oito anos no desenvolvimento de artistas na cidade de Goiânia, com foco principal em ensinar a conquistar um espaço na área comercial em um novo modelo de consumo pós-pandemia.
Idealizador e proprietário do Caê Tattoo e Arte, um estúdio colaborativo, que existe desde 2019 com 16 tatuadores em um processo constante de aperfeiçoamento com foco em qualidade. Atualmente desenvolve uma série de abstrações orgânicas, explorando os sentimentos e a supressão históricas destes. Trabalha também na pesquisa do projeto “As Semeadeiras” que retratará grandes mulheres pelo mundo, que mudaram nossa história.